Ranking Joe no Brasil!!!
Millie Small
Quando o ska estava dando seus primeiros passos na Jamaica, antes de tornar-se uma verdadeira explosão na ilha e posteriormente no mundo, Millie Small já possuía um hit que em 1964 quebraria todos os recordes de vendas de discos na história do país. Tudo isso deu-se através da parceria com Roy Panton, que lançava a Millie Small como a sensação adolescente da música jamaicana na época, até finalmente chegar aos ouvidos de Chris Blackwell, chefe da Island Records, que levou a cantora a tentar uma carreira em Londres.Antes disso, Millie Small vivia com seu pai ,trabalhador de um engenho de açúcar na zona rural e junto com seu parceiro Roy Panton (Roy & Millie) fez algumas gravações no estúdio de Coxsone Dodd, como “We’ll Meet”.
Em menos de um ano, vivendo na Grã-Bretanha, Millie atingiu o nº1 das paradas inglesas com sua versão Ska da música “My Boy Lollipop”, originalmente escrita por Robert Spencer em 50’s num clássico do Rock & Roll. Outros hits se seguiram no mesmo ano como “Sweet William” e “Bloodshot Eyes”, entre outros com importantes parcerias como Ernest Ranglin e Jackie Edwards.

Em 1968, após cinco anos de turnês e gravações pela Fontana e Island Records, Millie Small assinou um contrato também com a Decca Records, porém foi um fracasso, já que a gravadora não conseguiu, de forma significativa, divulgar o trabalho da artista, forçando a abandonar a empresa e procurar a Graeme Goodall’s Doctor Bird e logo depois, a Trojan Records. O recente desenvolvimento do Reggae na Inglaterra nessa época significou uma nova oportunidade para Millie Small que em 1970 retornava ao sucesso com o lançamento de seu primeiro álbum solo, “Time Will Tell”. Porém em 1971, a cantora mudou-se para Singapura para estudos, retornando à Londres dois anos após.
Desde então, Millie Small preferiu ficar longe dos holofotes e leva uma vida normal com sua filha na Inglaterra, onde há rumores que a mesma estaria concluindo uma autobiografia.
Jurassic Sound System (Y&M on Jamboree) no Rio...
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A song "almost" banned...
Em 1968, Max Romeo experimentaria algo que nem ele mesmo imaginava a repercussão que teria seu trabalho. Com exatamente 21 anos, Romeo gravava o primeiro de muitos sucessos de sua carreira, o hit que quase alcançou o 1º lugar nas paradas britânicas na mesma época, juntamente com outras músicas do early reggae que estouravam na terra da rainha.A música jamaicana durante a década de 60, comparada às dos dias atuais, era considerada “disciplinada”, fato que a grande maioria dos artistas da época vivos até hoje, incluindo Max Romeo, concorda.
“Havia sim, inúmeras letras sobre violência e amor, e até mesmo sobre sexo, porém ao mesmo tempo eram apenas fruto da inocência dos artistas, que beiravam seus 17 – 20 anos de idade” disse Max Romeo, ao ser questionado em um programa de TV sobre a música Wet Dream. “Sem contar a enorme influência de filmes e programas televisivos da época que abordavam esses temas.” Continuou.
Ao escrever Wet Dream, Romeo viu um terreno não muito explorado na música jamaicana, e notava que Prince Buster era o único artista no momento a produzir o mesmo estilo e estourar com seus hits na Inglaterra.
A melodia de Wet Dream, originalmente foi gravada no estúdio Treasure Isle, de Duke Reid, para inicialmente Derrick Morgan cantar “Hol 'Jack Me Tie A Jinny”, junto com os músicos Gladstone Anderson (piano), Jackie Jackson (baixo), Horsemouth Wallace (bateria) e ‘Dougie’ (guitarra).
Quando Max Romeo decidiu gravar Wet Dream com sua letra original, ele foi ao Studio One de Coxsone Dodd, acompanhado do produtor Bunny Lee. Dodd estava sentado em frente a mesa de som, e quando Romeo começou a cantar, levantou-se e parou a fita.
“Bunny Lee, onde quer chegar com isso?” perguntou Coxsone Dodd, que automaticamente deixou a sala, dizendo que não participaria da gravação.
Lee foi insistente, dizendo a Dodd que já havia pago pela tempo de gravação do estúdio e ninguém poderia dizer o que ele deveria fazer. Dodd não lhe deu atenção e deixou o estúdio. Errol Thompson que encontrava-se no local propôs-se então a gravar a canção.
Então Max Romeu começou:
Lie dung gal mek me push it up, push it up, lie dung.
"You in your small corner, I stand in mine
Throw all the punch you want to, I can take them all"
com os sound system locais não foi problema até porque o hit não foi lançado na ilha e sim na Inglaterra. Bastou apenas tocar duas vezes na BBC, para a canção ser prontamente proibida também no Reino Unido. No entanto, a censura não foi muito efetiva, pois a música estava estabelecida na mente do povo. Os skinheads a amavam!Após a liberação da canção nas rádios ela estava entre as primeiras nas paradas britânicas e permaneceu lá por 26 semanas. Passou do nº 30 para segundo lugar, perdendo somente para “Get Back” dos Beatles.
Quando Max Romeo cantou no Royal Albert Hall, em 1969, ele foi avisado para não cantar Wet Dream, pois a família real encontrava-se no local. Porém ao acabar sua apresentação, um homem aproximou-se do palco, pedindo que cantasse Wet Dream, e esse seria um pedido vindo da própria mesa da família real. Então Romeo encerrou o show com a canção e recebeu todos os aplausos do público.
Nada mal para uma canção que quase não foi gravada!
Suvaco de Cristo + Bangarang Sound System
A quinta edição da Festa também abre alas para a mistura musical com o Bangarang Sound System, que conquistou seguidores pela irreverência. Composta por apenas uma vitrola e aparatos, além de um acervo único de discos de vinil, o coletivo domina a Pista 2 com o melhor do Ska, Rocksteady, Reggae e Soul jamaicano.
Na Pista 1, antes e após o show do Suvaco, o DJ Paulo Zigler agita com seu repertorio de MPB dançante.
A partir das 23 horas ninguém fica parado, porque a Tupiniquim é o ponto de encontro para uma festa democrática e tipicamente brasileira.
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Dia 21/11 às 23h
Festa Tupiniquim @ Casa Rosa
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SUVACO DE CRISTO
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DJ PAULO ZIGLER
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BANGARANG SOUND SYSTEM
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Lista amiga em breve!!!
The Bangarang - 14/Nov
THE BANGARANG
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Bangarang Sound System
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Jurassic Sound System
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14/11 às 23h
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Café Cultural Casa de Jorge
Rua do Rezende, 26 - Lapa
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LISTA AMIGA - http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs?cmm=46952897&tid=5397323790011685554&start=1
OH, PLAY THAT THING!!! 28/Nov
A proposta da festa é dedicar a noite ao mais importante movimento musical de todos os tempos e que mais influenciou na evolução musical no mundo: o JAZZ.... porém a festa será baseada nos clássicos bailes de Swing, Bebop e Dixieland misturados à ritmos que tiveram influências do jazz em suas raízes como o Afrobeat, Salsa, Mambo, Highlife, Cuban Jazz, Calypso e Ska Jazz entre outros... como se não bastasse o melhor da música instrumental em torno do mundo também fará parte do repertório da festa, como o chorinho e a bossa nova!!!
A festa estréia no dia 28/Nov com a participação da FANFARRA PARADISO e DJS LAOS & JUCA!!!
OBMJ no Rio!!!
Confira na programação do MOLA - http://www.circovoador.com.br/
Dj Montano convida p/ Super Festa!!!
Quinta 29/Out
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Antiqua Sapore
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Rua Gomes Freire, 217 Lapa
R$17,00 ($10 de consumação)
Fotos 24/Out
GUANABARA SKA CLUB
BANGARANG SOUND SYSTEM
THE BANGARANG
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Veja todas as fotos:
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Bangarang Sound System no Nike Human Race!!!
Pela 1º vez no Rio, a edição brasileira da corrida de rua mais famosa do mundo acontece neste ano em um dos percursos mais bonitos do mundo também. A tão aguardada Nike+ Human Race 10K, terá largada na Barra da Tijuca e chegada na Praia de Ipanema, cartão-postal da Cidade Maravilhosa.E pra abertura oficial do evento, o coletivo BANGARANG SOUND SYSTEM foi um dos convidados de honra...
Considerada o melhor 10K do Brasil em 2008 e responsável por reunir 1 milhão de corredores no mundo todo ano passado, a Nike+ Human Race 10K deste ano vai para 30 países de três diferentes continentes, incluindo cidades como Buenos Aires, Cidade do México, Los Angeles, Nova York e Roma correndo a prova no mesmo final de semana. A mobilização de milhares de corredores na Nike+ Human Race é resultado de um esforço global da Nike para promover uma mudança social por meio da corrida.
A abertura do evento será realizada no dia 24/10 no Hotel Intercontinental em São Conrado a partir das 10h!!! horário em que os atletas já estarão aquecendo ao som do ska e reggae!!!
Saiba mais em www.nikecorre.com.br
Apoio Cultural!!!
A The Bangarang agora conta com o apoio cultural de duas marcas: ESPECIE e LA CUCARACHA.
A primeira é uma marca voltada para a área da moda, artes, design e acessórios que tem como essência a valorização da natureza, dos valores humanos e culturais, tendo como principais características o protesto e a musica como formas de expressão!
A segunda é um espaço tocado pelo jornalista Matias Maxx e a produtora de moda Vanessa Soares. Lá você encontra Moda Multimarcas, Histórias em Quadrinhos, Acessórios para fumantes e uma galeria de arte urbana.
Pra quem quiser conhecer mais sobre elas, basta acessar os links que estão no lado direito desse blog.
Se você tem uma marca alternativa também e quer divulgá-la na nossa festa, mande seu material p/ thebangarang@gmail.com que fazemos a divulgação e você ainda pode tirar um troco no dia da festa!!!
It's the new dance you can't resist...
Keith Lyn ouviu ska pela primeira vez em Chocomo Lawn em Kingston, separado do baile por um cercado de arame farpado que protegia o local e evitava intrusos nas festas. Keith, diz que essa primeira vez em que ouviu o som ao vivo, as músicas eram tocadas pelos Paragons, Heptones e outros grupos locais desconhecidos.
Poucos anos após, a banda Byron Lee & The Dragonaires, apoiada também por Keith Lyn, começava a se interessar pelo ritmo, já que o repertório do grupo até o momento era baseado no mento e calypso. A banda começou a se apresentar em bailes mais requintados, onde nem todos tinham condições de freqüentar.
Nessa época, os amigos Keith Lyn e Ken Lazarus acompanhavam Byron Lee pelos bailes e acreditavam que realmente o ritmo deixaria de ser uma simples manifestação musical na Jamaica, e iria atingir as rádios dos Estados Unidos. E foi durante uma tarde, na casa de Ken Lazaru, sentados no degrau de uma escada, que os dois escreveram o hit “Jamaica Ska”.
Como se não bastasse, Lyn e Lazarus decidiram incluir uma dança, que mostraria como “se faz o ska”. Ronnie Nasralla, que era o produtor e empresário da banda, começou a bolar alguns passos coreografados, inclusive dando nomes aos mesmos como “row your boat” e “ride your horse”, referindo-se aos movimentos dos braços e quadril.
O letra em si, também enfatiza esses movimentos, além de compará-los aos de ritmos americanos e latinos que estavam na moda na mesma época.
Byron Lee & The Dragonaires, finalmente conseguiram o que queriam. Em uma manhã cedo fizeram uma simples apresentação para o programa Ed Sullivan Show, que mesmo assim não mostrou o melhor da banda. Mas para Keith Lyn, eles conseguiram introduzir a dança em todos os lugares que tocaram, como o centro de Manhattan – NY e outros cantos, que por onde passavam, comentava-se da nova música jamaicana.
Jamaica Ska foi sem dúvida um dos primeiros e principais hits do ska à cruzar os oceanos. Foi a trilha sonora do “Back to The Beach” (já com algumas alterações e novos arranjos) e foi também primordial para Byron Lee & the Dragonaires dominarem os bailes da classe média da ilha, como Glass Bucket Club, Sombrero Club e University of the West Indies. Foi fundamental para a classe mais favorecida do país que começava a apreciar a música feita nos guetos.
Quando Byron Lee faleceu em novembro de 2008, Keith Lyn lamentou que não há mais artistas tocando ska na Jamaica e que a música da ilha parece estar perdendo seu valor, e citou ainda que nos EUA há cada vez mais bandas de ska, porém muito influenciadas pelo rock.
Nos anos do apogeu do ska na Jamaica, principalmente em meados da década de 60’, há relatos que a Atlantic Records enviava pessoas para capturar o som, porém para Keith isso era impossível, pois não havia um artista estrangeiro capaz de copiar o ska. Alguns chegaram perto, mas a sensação de tocar era o mais importante, e isso só os jamaicanos sabem fazer.
THE BANGARANG - 24/Out
Mais uma vez a festa contará com a participação da banda carioca Guanabara Ska Club, trazendo o melhor dos clássicos jamaicanos instrumentais! Claro, que antes e após o show, o Bangarang Sound System fica responsável pelos hits da ilha, tocados somente em vinil!!!
O evento será no dia 24/out às 23h no Café Cultural Casa de Jorge, na Rua do Rezende, 26 - Lapa!
A lista amiga já está aberta no Orkut. Para deixar seu nome Clique Aqui .
São Paulo Ska Jazz lança disco de estréia!

Liderado pelo contra-baixista Marcelo Calderazzo, o grupo fará em outubro sua estreia nos palcos. Primeiro dia 10, no Jazz nos Fundos, sensacional festa paulistana dedicada ao jazz e afins. Depois, mergulha em mini temporada no Bleecker St, onde participa de um ciclo de shows promovido pela Radiola.
Yellow P (Dubversão - SP) no Rio 14/10
Do Ska ao Dancehall, de King Stitt a Vybz Kartel, de U-Roy a Collie Buddz.
Beach Beat Party!!!
Sábado que vem, 10 de outubro, após o show da Guanabara Ska Club na Drinkeria Maldita de Copacabana, tem a estréia de uma nova festa: "Beach Beat Party!" com Dj Juca (Bangarang Sound System, Fiesta Cucaracha, Tarja Preta, ex-Se A Moda Pega, ex-Rio Billy) convidando a Discoteca iê iê iê (El Gonzales e Bacalhau ). No som o melhor do som praiano, do Hawaii ao Caribe: 60's surf, swing jazz, dixieland, ska, rocksteady, early reggae, mambo, rockabilly, samba jazz, bugaloo, jovem guarda, etc. The Forgotten Wailers!!!
Na foto Bob Marley, Bunny Wailer, Bervely Keslo e Peter Tosh.No início dos anos 60, surgia a maior banda de toda história da Jamaica, em um momento em que nem seu líder, Robert Nesta Marley, imaginaria que quase 20 anos após se tornaria o artista mais famoso da ilha em todo o mundo. 
Inicialmente com nomes como The Teenagers, The Wailing Rude Boys, The Wailing Wailers até finalmente The Wailers, a banda modificou alguns de seus integrantes durante seus primeiros anos, porém manteve-se sempre o trio principal formado por Bob Marley, Neville Livingstone (aka Bunny Wailer) e Peter McIntosh. No entanto, a formação original do grupo, durante a era Ska e Rocksteady era composta por mais três integrantes, infelizmente desconhecidos e esquecidos pelo tempo: Beverley Kelso, Junior Braithwaite e Cherry Smith.
Berverley Kelson foi a principal vocalista dos Wailers, entre os anos de 1963 até 1966, antes mesmo do famoso trio I-Three (formado por Rita Marley, Judy Mowatt, Marcia Griffiths) que acompanhou Bob Marley durante o apogeu de seu sucesso nos anos 70. Nessa época, a banda ainda chamada de Wailing Wailers gravou “Simmer Down”, seu primeiro single em sua formação original completa, com a ajuda de Sir Clement Dodd e seu selo Coxsone. Bob Marley havia gravado “Judge Not” e “One Cup of Coffee” anos antes do lançamento desse single, que sem dúvida daria início a um série de incontáveis hits durante sua carreira e de sua banda.
Berverley Kelson ainda vive em Kingston, porém não canta mais. Junior Braithwaite, o mais jovem integrante dos Wailing Wailers, tinha apenas 14 anos quando começou a cantar. Ele acompanhou
o grupo durante apenas oito meses, mas participou de importantes gravações como “Habits”, "Straight and Narrow Way", "Don't Ever Leave Me" e "It Hurts To Be Alone". Bob Marley afirmou que Jr. Braithwaite costumava cantar muito alto, mas citou uma vez, que a voz do cantor soava semelhante a dos integrantes dos Jackson Five. Em 1964, Junior deixou a banda, em uma viagem aos EUA para tentar ingressar nos estudos de medicina e viveu parte de sua vida em Chicago. Junior retornou à Kingston em 1984, após convite de Bunny Wailer que montava um projeto de reunir novamente todos os Wailers para uma turnê mundial. Porém com o assassinato de Peter Tosh em 1987, os planos de Bunny não saíram do papel.
Jr. Braithwaite também foi assassinado em 1999 na casa de um amigo.
Em 2008, foi a vez de Cherry Smith (aka Cherry Green)o outro back vocal, deixar Berveley Kelson e Bunny Wailer como os únicos integrantes vivos atualmente dos Wailing Wailers originais. Cherry Smith também iniciou a carreira como os Wailers aos 14 anos e participou também da gravação de “Simmer Down”, além de outros hits como “Lonesome Feeling” e “Maga Dog”.
Em 1966, terminava então os Wailing Wailers, com a saída dos três back
vocals citados. Nesse ano, Bob havia conhecido Rita Anderson e viajado para os EUA junto de sua mãe, onde trabalhou e conseguiu financiar sua música e logo após retornar ao seu país, onde reencontrou os parceiros Peter Tosh e Bunny Wailer e reformou o grupo, dando o nome definitivo de The Wailers. Época essa que o ska e o rocksteady começavam a ganhar uma nova cara e dava-se início ao maior movimento musical da ilha: o Reggae. O grupo aproveitou bem o momento, mesmo após uma briga com o produtor Coxsone Dodd, o que suscitou a necessidade de um selo próprio. Surgia então o Wail 'N' Soul, primeiro selo próprio da banda. Anos depois, a banda contou com o apoio de Lee Perry e gravou os primeiros hits a estourarem pelo mundo. Aston “Family Man” Barret e seu irmão Carlton juntaram-se aos Wailers, que daria início ao boom de sucessos de Bob Marley e sua banda. Em meados de 1970, embalados por suas letras, juntamente com o crescimento e evolução da cultura Rastafari, o grupo tomou notoriedade e tornou-se o maior fenômeno musical de todos os tempos na Jamaica, porém o início de sua carreira e seus integrantes originais até hoje são desconhecidos pela grande parte dos fãs.
Digitaldubs na Barra!!!
Dia 03/10 às 23h
Ilha Primeira @ Barra da Tijuca
Pegar o barco na Rua Nuta James (Rua do Motel Maxims)
Entre pelo Condado dos Cascais.
Festim - Estréia 17/10
Samba - Ska - Swing - Rock
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DON ROBALO
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SUPERDIVOS E A MOÇA
+
Part. DJ LAOS
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Sábado 17/10 às 23h
Rua do Rezende, 26 - Lapa
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Infos: http://www.donrobalo.com.br
Ska em Copacabana
GUANABARA SKA CLUB
Part. Dj Juca
Dia 10/10 às 20h
Drinkeria Maldita - R. Aires Saldanha, 98
$10 (Lista antes das 21h)
$15 (Lista depois das 21h)
$20 (Normal)
lista e infos: guanabaraskaclub@gmail.com
A hit called Bangarang!!!

Para uma canção que tem apenas uma frase, Bangarang de Stanger Cole foi realmente um dos hits jamaicanos a receber um destaque especial.
Não somente atingiu o nº 1 quando foi lançado, em 1967, como garante Cole, mas Bangarang, no qual o saxofonista Lester Sterling foi responsável por grande parte da melodia, foi recentemente gravada por Freddie McGregor em uma versão adaptada. O uso do termo começou a ser discutido no Parlamento Jamaicano, quando deixou de ser uma terminologia dos guetos e ruas e começou a ser servido para fins de preservação da língua.

Stranger Cole ainda afirma ter sido uma das primeiras canções do Reggae, antes mesmo do termo (reggay) que só foi citado em 1970 em uma canção jamaicana.
Na época, Cole vivia em Denham Town, e foi ao Treasure Isle na Bond Street, centro de Kingston, apenas para uma visita casual, já que Bunny ‘Striker’ Lee não o havia pedido nenhum serviço ou sessão de gravação na ocasião. No entanto ao chegar no estúdio, o produtor Bunny Lee estava gravando no andar de cima, e Cole naturalmente subiu.
Ao ver o cantor, Lee mostrou-se surpreso com a inesperada visita que parecia ter ocorrido na hora certa e disse a Cole: “Pro, you are the right man I am looking for. I have a song called Bongo Chant. I want to do it Jamaican style with Lester Sterling” e apenas assobiando, mostrou a melodia, bem mais lenta que a original a Stranger Cole que ao finalizar, cantarolou timidamente o único verso da música: “Moma No Want No Bangarang”. E então entraram no estúdio para gravar.
Cole, ao ser questionado por um jornal, o que ele estaria pensando na época ao compor o verso ele replica: “Não é sobre o que eu estava pensando, apenas brinquei com o significado do termo. Bangarang significa confusão, problema, logo saiu: Mamãe não quer problemas”!
Afirma ainda que muitas pessoas confundiam ao escutar “Woman”, porém Stange Cole
garante que ele diz “Moma” em todas suas gravações e explica que as mães não querem ver seus filhos causando problemas.Entre os músicos que Bunny Lee gravou na mesma época, destacam-se Lloyd Charmers, Aston e Carlton Barrett e Robbie Shakespeare. Para Stranger Cole, o tecladista Glen Adams foi primordial, ao tocar Bangarang, pois introduziu o que foi chamado de “John Crow Skank Style” na música jamaicana.
Cole por várias vezes citou o hit Bangarang como maior destaque entre suas canções e diz continuar tendo impacto ao ser escutado pelo público, como foi o caso do último Montreal Jazz Festival onde ele tocou ao lado de Márcia Griffiths, Hopeton Lewis, Ken Boothe, Judy Mowatt, The Tamlins e Bongo Herman.
Stranger Jah Cole, como é chamado atualmente gravou recentemente dois discos ao lado de seu filho “Squiddley” Cole e Riding High, onde Cole espera um “bangarang” em termos de impacto. O disco foi lançado juntamente com G Bravo do Leggo Studio.
Lords Of Ragga
Urcasônica Sound System
& Convidados Especiais
Dub no Curvelo de volta!! 12/09 (Grátis)
Dub no Curvelo
Laranja Dub
Praça do Curvelo (Sta. Teresa)
Sáb. 12/09 às 16h
Entrada Gratuita
*Em caso de chuva o evento será cancelado
Fotos -The Bangarang (Ed. 05/09)
Early Sixteen no Rio!!!
The Bangarang - 05/Setembro
1º Roots Combo
Um evento dedicado as raízes e vertentes da Black Music, com destaque para a música jamaicana e sua cultura. Ska, Rocksteady, Early Reggae, Roots, Dub, Rub a Dub, Dancehall, Dubstep, Hip Hop, Soul, Afrobeat... Bangarang de malas prontas!!!

Dias 06 e 08 de novembro o BANGARANG SOUND SYSTEM se apresenta pela primeira vez em Belo Horizonte - MG.
Cidades como Niterói, Teresópolis, Rio das Ostras e Búzios também terão datas com outras atrações em breve. Aguardem!!!
ISS + Graffiti
Festas LaranjAttack (20/08) e Digitaldubs (22/08)

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DIGITALDUBS SOUND SYSTEM e convidados
ILHA PRIMEIRA, BARRA DA TIJUCA
Sábad0 22/08
Entrada: R$ 10,00 (lista amiga na comunidade Digitaldubs)
R$ 15,00 (inteira)
Mr. Rocksteady!!!

Nascido em Kingston, em 1948, sua carreira teve início aos 15 anos de idade, ao se juntar com Stranger Cole, formando a dupla Stranger & Ken, onde lançaram hits como “All Your Friends”, “Hush” e “Artibella”. Pela grande influência do Soul americano, chegou a ser apelidado por Wilson Pickett Jamaicano, não só pelo estilo de cantar, mas também devido seu estilo. Sua primeiras gravações foram para o Studio One de Coxsone, que a partir daí sua colaboração com outros produtores tornou-se habitual.Em 1971, uniu-se ao Gaylad BB Seaton, formando o grupo “Conscious Minds” para gravar um álbum, em uma época que seus sucessos alcançavam primeiro lugar nas rádios de Londres. Os hits eram famosos tanto na Jamaica quanto na Inglaterra, onde começou a colaborar com o pianista e produtor Lloyd Chamers, especialmente com uma versão de David Gates de “Everything I Own” que quebrou todas as barreiras e listas de sucessos ingleses em 1974, seguido por outros hits como “Crying Over You” que alcançou nº11 em fevereiro de 1975 no Reino Unido.
Estréia e Lançamento de álbum na The Bangarang!!!
A banda RAMOS E A MASSA iniciou suas atividades musicais em 2006. Em 2007 até metade desse ano, os mesmos produtores criaram o projeto SkaJazzFavelaBeats, presente em algumas das edições da The Bangarang, onde a proposta de levar a música jamaicana para dentro das comunidades do Rio, se tornava ao mesmo tempo um dos bailes de Ska & Reggae mais agitados da cidade. Agora, com a mesma formação porém com um repertório totalmente inovado o grupo RAMOS E A MASSA retorna aos palcos do Rio, e sua estréia será dia 05 de setembro, no Café Cultural Casa de Jorge (antigo Mal do Século), claro em uma edição da festa The Bangarang, comemorando o lançamento do álbum "A fé é nossa", que conta com a participação do trombonista Bidu Cordeiro (Paralamas do Sucesso). As influências que vão de Count
Ossie à Pixinguinha, passando por Fela Kuti e Miles Davis, parecem não serem suficientes para a banda, que promete um set list nunca produzido por nenhum outro grupo carioca. Clássicos adaptados que já faziam parte do repertório da antiga SkaJazzFavelaBeats como Ball of Fire (Skatalites), Take Five (Dave Brubeck), Carinhoso (Pixinguinha) e a mais assediada, Pink Phanter Theme continuam também no repertório oficial da RAMOS E A MASSA. Porém, grande parte do show será composta de novidades que variam de clássicos brasileiros e também versões de hits da Jovem Guarda, tudo adapatado para o Ska e Reggae, além das composições próprias da banda.R$12,00 (lista)
R$15,00 (normal)
* Para deixar nome na lista amiga Clique Aqui ou envie os nomes para thebangarang@gmail.com
Gay Jamaica Independence Time!!!
We’re independent, We’re independent
Join hands to hands, children started to dance
We’re independent, We’re independent…"
Na próxima quinta feira, dia 06 de agosto, a Jamaica completa 47 anos de independência de sua ilha, que até então pertencia aos britânicos. A palavra “Gay”, presente também no nome do principal ritmo do país, em seus primeiros anos (Reggay), refere-se à alegria e euforia da população que desde 1962 comemora anualmente essa data de tamanha importância para a Jamaica. Deejay's in Jamaica
“NO MATTER WHAT THE PEOPLE SAY / THESE SOUNDS LEADS THE WAY / IT’S THE ORDER OF THE DAY / FROM YOUR BOSS DEEJAY I KING STITT / HAUL IT FROM THE TOP TO VERY LAST DROP”
Texto de Toni Face (Fanzine Liquidator) traduzido e adaptado por Lívio Laos.
Já era início da década de 60, e os Deejay’s começavam a deixar suas marcas na indústria da música jamaicana. Até então Count Matchuki e Sir Lord Comic eram os únicos que ocasionalmente eram convidados para os estúdios de gravação para temas instrumentais, sendo posteriormente solicitados a serviços dos Sound Systems.Incialmente os deejays eram algo a mais que seletores dos Sound Systems, e assumiram o papel, seguindo os passos de Winston “Count Matchuki” Cooper, que havia começado nos primeiros anos da década de 50 com precários conhecimentos de efeitos de som, até anos após ser reconhecido como artista durante suas gravações.
A alternativa veio em 1969, quando King Stitt, um deejay da gravadora de Coxsone, apontado como “O Feio”, por ter a face desfigurada de nascimento, gravou uns quantos temas para o produtor Clancy Eccles. Clássicos como Fire Corner, Vigerton 2 e Herbsman Shuffle foram responsáveis para abrir espaço a deejays posteriores. O primeiro a ter êxito considerável dentro desta cena foi U Roy que, inspirado em Matchuki, popularizou seu estilo de fazer toasting para o Doctor Dickies Dynamic System em meados de 60’s. Em 1969, uniu suas forças com King Tubby chegando a chamar a atenção do produtor de Kingston Arthur Duke Reid, que os levou a seu estúdio situado em Bond Street para que fizessem toasting em cima das bases de dois antigos hits de Rocksteady. Uma vez publicadas, essas canções tituladas agora como Weak The Town e Rule The Nation, foram importantes, sendo a ponta da lança para outros deejays que começaram a gravar discos já nos meses seguintes.
Os produtores, vendo o crescente êxito desse estilo, começaram a buscar novos talentos e quem se destacou nesse momento foi Dennis “Alcapone” Smith. Desde 1970 até 1973, ano em que foi viver no UK, Alcapone era o Deejay mais prolífico, gravando materiais para quase todos os produtores jamaicanos chegando a destacar sua rivalidade com U Roy em termos de popularidade.
Outros artistas que se destacaram nesse período foram David “Scotty” Scott, Dave Barker e Lloy Young, todos eles tendo feito carreira na Jamaica como vocalistas. U Roy, de qualquer forma, seguiu liderando o estilo até meados de 70’s, mantendo sua fama com uma série de êxitos locais, obtidos pela maioria dos produtores.
Uma vez quem Dennis Alcapone havia se mudado à UK, o novo rival com que U Roy se encontraria era I Roy. Esse viria a trabalhar em diversos Sound Systems de Spanish Town e começou gravando vários discos, baseados nos estilos de Alcapone e U Roy conseguindo em pouco tempo chegar a ter seu estilo único, que o levou a experiências de toasting até então desconhecidas.
Foi nessa mesma levada, que surgiu Big Youth, considerado o último entre os principais Deejays da história da velha escola de música jamaicana.
Bangarang Sound System - R$3,00
No dia 08 de agosto, o Bangarang Sound System retorna a Lapa sem a apresentação de bandas, mostrando somente versões originais dos clássicos jamaicanos, comandado pelos seletores Livio Laos, Juca e Prince Leo...
O Sound System que já fez algumas experiências gratuitas na rua, como na edição de natal atrás do Circo Voador e até em um botequim na Lapa, se apresenta agora numa casa na Rua do Riachuelo por apenas R$3,00.







